Digitalização e serviços financeiros

Mudança para o digital decorrente da covid é permanente, dizem 32% dos executivos financeiros portugueses

Mudança para o digital

Mudança para o digital decorrente da covid é permanente, dizem 32% dos executivos financeiros portugueses

O relatório publicado pela plataforma de Open Banking TINK refere que na sequência da pandemia, as instituições financeiras foram forçadas a adaptar-se a mais formas digitais para servirem os seus clientes, ao mesmo tempo que pessoas de todas as idades tiveram que se familiarizar com serviços digitais que estiveram anos fora do seu alcance. Isto levou a uma aceleração da digitalização dos serviços financeiros – e 32% dos executivos financeiros portugueses (41% média europeia) ouvidos no estudo acreditam que os efeitos da pandemia COVID-19 no setor de serviços financeiros serão permanentes.  

 Mesmo com os esforços dedicados nos últimos anos à transformação digital, 73% dos executivos financeiros portugueses (média europeia 65%) ainda acreditam que os bancos precisam de aumentar a velocidade da inovação. Esta mudança decorrente da digitalização veio originar um interesse maior das instituições financeiras para aproveitarem a tecnologia e encontrarem soluções para os novos desafios decorrentes da Covid-19.

O relatório também mostra que a pandemia levou as instituições financeiras europeias a assumirem um foco em três prioridades de negócio. Em Portugal, 82% veem uma necessidade maior para melhorarem os seus serviços digitais (74% média europeia) – para facilitar o onboarding e para a gestão de clientes de forma mais digital. Por outro lado, a experiência do cliente onde 68% dos executivos financeiros portugueses (70% média europeia) revelam estar focados – uma forma de se diferenciarem dos concorrentes e aumentarem o envolvimento com o cliente num mundo cada vez mais digital. E por fim, em restaurar a rentabilidade. Para 50% dos executivos portugueses (68% média europeia) há um foco cada vez maior na recuperação da rentabilidade por via da automação e a simplificação de processos de negócio.

Ricardo Francisco, Market Lead da Tink em Portugal, diz: “A pandemia obrigou muitos executivos a compensar a falta de interação pessoal com os clientes, concentrando-se no desenvolvimento de serviços e canais digitais. Esta mudança proporcionou mais uma forma de criar valor para o cliente, ao mesmo tempo que aumentou os insights sobre riscos potenciais e novas necessidades. As instituições financeiras perceberam que a tecnologia de Open Banking apresenta oportunidades para aumentar a velocidade da inovação e introduzir novos fluxos comerciais e oportunidades de receitas, ao mesmo tempo que permite eficiências operacionais que irão beneficiar os negócios no longo prazo.”

O relatório poderá ser descarregado aqui