Fintech

PAGAQUI acaba de integrar o grupo internacional SaltPay

PAGAQUI acaba de integrar o grupo internacional SaltPay

PAGAQUI acaba de integrar o grupo internacional SaltPay e prevê contratar até 2022, cerca de 600 profissionais. A SaltPay é uma fintech europeia que reúne serviços de pagamento, fidelização e valor agregado para ajudar as pequenas e médias empresas nos seus negócios e é com base nesta experiência do grupo que a PAGAQUI irá reforçar o seu posicionamento.

Fazermos parte da SaltPay permite-nos melhorar os produtos e serviços e alargarmos a nossa oferta. Passamos a ter uma dimensão internacional e a possibilidade de partilhar competências que serão uma mais-valia para os atuais e potenciais clientes, permitindo-nos delinear uma estratégia comercial assertiva e aumentar a nossa quota de mercado”, adianta João Barros, CEO da PAGAQUI.

Uma das apostas da SaltPay é a criação de um hub tecnológico a ser localizado no Porto, com o objetivo de reunir uma equipa de talentos multidisciplinar em áreas distintas como as tecnologias de informação, para a criação de serviços em áreas como Acquiring, Sistemas de EPOS, CRM, Loyalty Manager e E-commerce. Prevê também contratar cerca de 100 colaboradores para a região de Lisboa.

De referir que a SaltPay está a seguir uma política de contratações alternada, entre recursos com elevada especialização e recém-licenciados, garantindo assim, de forma mais célere, um comprometimento com a estratégia da empresa e uma maximização da sua competitividade no curto e médio prazo.

O hub tecnológico do Grupo SaltPay irá permitir reforçar a nossa oferta em termos de equipamentos e serviços inovadores, assentes em tecnologia própria muito competitiva. A nossa estratégia de atuação será focada na melhoria do serviço ao cliente e na oferta de equipamentos de utilização intuitiva e prática, em complemento com um acompanhamento de proximidade ao cliente. Iremos, com certeza, dinamizar as ferramentas digitais que são cada vez mais uma necessidade e são efetivamente o presente o futuro dos pagamentos”, conclui João Barros.