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Learning Animals, quando a vontade de aprender é uma forma de estar e a aprendizagem é um ato contínuo

[vc_row][/vc_row][vc_column][/vc_column][vc_column_text]Por Irene Moreira

Learning Animals, quando a vontade de aprender é uma forma de estar e a aprendizagem é um ato contínuo

A capacidade e o desejo natural de aprender, a que a Google dá o nome de learning animals, é hoje um dos talentos mais desejados e procurados pelas empresas.

Provavelmente, a facilidade no acesso ao conhecimento [1] e a multiplicidade de fontes, tem estimulado o desenvolvimento deste valioso talento, hoje mentes curiosas têm o mundo disponível para ser descoberto, basta querer!

Para aqueles que têm “ânsia” de aprender, como aprendem [2] faz parte do processo de aprendizagem

 

Para aqueles que têm “ânsia” de aprender, como aprendem [2] faz parte do processo de aprendizagem e por isso, procuram formas inovadoras, diferentes e que os desafiem e seduzam:

Não há limites na procura de fontes de informação que conduzam ao conhecimento

 

Não há limites na procura de fontes de informação que conduzam ao conhecimento.

E como podem as empresas responder a estes learning animals?

Estimular o “eterno aprendiz” que existe em cada pessoa

 

Claramente, os learning animals são um desafio aos profissionais de recursos humanos [9], que dentro das empresas, têm a seu cargo a responsabilidade do desenvolvimento das suas pessoas.

Os learning animals, são elementos inspiradores e que despertam nos outros a curiosidade de aprender

 

No limite significa que, estes aliados naturais dos processos de aprendizagem [10], que são os learning animals, são elementos inspiradores e que despertam nos outros a curiosidade de aprender. São peças valiosas e por isso tão desejadas pelas organizações.

Em colaboração com o RH Bizz [11][/vc_column_text]